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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sonhos III









O relógio que não cessa
O tempo sem significado
Marca meus horários, faz meu diário, dias no calendário
Riscados um a um...




    A nota no piano, todo fundo precisa de um pano
    E agente diz não poder
    Faz drama pra viver
    Angústia, raiva, alívio
    Toda forma de entender
    Toda forma de sentido

    Signos, significado, frágil, fragilizado
    Humano demasiado
    Homem cansado, calado, parado sente a vida decidir-se contra sua vontade
    Dorme , sonha , acorda com vertigem e a razão suspensa, falsa liberdade
    Um passado sem glórias, a culpa que força as costas
    Há a madrugada lá fora, há o agora...
    

    E agora?



                                                                                          João Rodrigues.  


quinta-feira, 22 de março de 2012

Sonhos II






Te passa o passado
E é rápido, um suspiro no meio da madrugada
Um sonho confuso
Um sonho perdido na esquina de algum lugar



A metrópole atrai o desespero
A cidade que cresce sem parar
E em cada rosto que vejo
Me afogo dentro do seu olhar
E se hoje eu me arrependo
É porque cresci e já sei nadar no seu mar (é bom mudar)

Será que um dia estarei á toa
Assistindo TV ou num bar
O telefone irá tocar, reconhecerei a tua voz?
Será que quando todos forem embora
Conseguirei dormir ao deitar
Me distraí pelo caminho
Perdi tanto que nem sei contar...
(P´ra que contar?)

O sorriso de uma criança
O terror da guerra
Meu peito mantém acesa a chama
Será que você não enxerga?
Não estava nos meus planos
Demorar tanto a caminhar
Mas a vida nos leva
E quando agente vê
Já está lá...
Esta lá...
Vamos estar...

João 29/02/12

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Amante, Amigo.








Saiba que não quero que tenhas medo
Saiba que não quero ter o que temer



Toda essa liberdade é perigo
E não é o canto de amigo
Mas, talvez, o canto de quem algum dia vai odiar você.

Mas não temas...
É assim, a vida torta que me deram.
Não temas o poder de pensar no que quiser,
sem pedir licença, imagino o cheiro do teu corpo em cada vento que dobra a esquina.
Sangue e suor abstratos que correm e cobrem meu corpo de verdade.

E se fosse real?
Seria triste e bonito como sempre devem ser as coisas perfeitas.
Seríamos ungidos pelo sol da década de setenta,
Sim, eu sei, é uma insanidade,
mas ainda é melhor que o ar dessa cidade
Que me deixa cansado.
Com o coração parado,
Sem desejos de amor apaixonado,
errante e servil,
destes que não existem fora dos livros ou do canto dos poetas (...)
E eu vou para esta entrega,
sem medo de morrer.

Tive medo de viver
e da vida violenta sobrou apenas teu retrato
Prefiro o coração que me faz escravo,
Alucinado, louco e insensato,
feito Eros e Psique.

Meu motivo p´ra viver:
Você...
P´rá viver você...

P´ra viver em você!



João.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Submundo e poesia. (A Menina II)






Ela disse que acredita no amor
E o meu coração já não sabe o que é verdade ou vontade


Ela fala em coisas maiores, me deixa com este sorriso de lado
E eu já não sei se está presente todo o meu passado


Começando de novo, renascendo das cinzas
Quero uma tarde de outono
Ter banho, sonho e dormir com minha menina
Que agora está sozinha
E eu desejei ser seu pensamento
Mas te ocupar por algum tempo
Já é coisa que me faz feliz (...)


Há tempo ainda de voltar a sorrir !
Haverá outra chance de me iludir ?
Quem disse ser real tudo que está coração ?
Prefiro a loucura, ela prefere solidão (...)
Mas, eu sei, estamos juntos
No submundo da poesia
quero que estas palavras toquem os olhos da menina.






João Rodrigues.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A Menina.




Ontem estava em queda livre
Sem limite p´ra descer.
Não que tenha me desfeito da minha melancolia.
Mesmo porque nem quero esquecer.


Mas então, entre o inverno e verão
Apareceu aquela menina.
Não podia tocar, talvez nem tenha pensado.
Mas ela me mostrou que há vida aqui do lado.
Transformou-se na fumaça do meu cigarro,
Invadiu-me o gosto eterno do meu café amargo.
E viver, agora tem outras possibilidades (...)

Esse modo violento de acreditar no que não existe.
Me persegue todo dia, é vontade que insiste.
Um devaneio torto que aumenta o calor do meu corpo.
Caiu do céu um anjo torto, e agora vou vivendo aos poucos.

Ela é musa, poema e atriz
Eu a vi dançar naquela estrela.
Entra nos meus sonhos e é filosofia.
Entra nos meus sonhos e é filosofia.
Está em toda forma de arte
A beleza feminina.
A beleza daquela menina (...)





João 17/02/11 – 02:20 AM

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Eu sei quem eu sou, tenho um segredo e uma oração...
















Me leve nos teus braços
Me faça ser feliz
Acenda meu fogo
Apague meu cigarro
queime minhas dúvidas
Vire esta página...

Tente mas não te esqueças de mim

Te mostro minha face
E lhe entrego minha alma
Rasgo tuas roupas
Tu rasgas minhas cartas...



É , até que eu gostava do adolescente que eu era.


João.

domingo, 18 de julho de 2010

Ironia (sempre é dia de ironia no meu coração)




Até quis deitar ao seu lado e adormecer.
Meus sonos mais tranqüilos são com você.
Mas algo incomoda e o que escrevo agora...
Um dia vai ler...



É sempre um novo dia,
Uma nova utopia, alucinação, me dê tuas mãos...

Vamos sempre em frente
Com um pouco de cuidado
Acelerando o carro, olhando para os lados,
Deixamos as ruas,
Caímos na estrada,
nos amamos na lua.
Vamos sempre em frente,
Porque daqui á pouco é passado,
Mesmo que no fim de tudo errado
Vamos viver...


Até quis ter sido melhor num passado distante,
Mas, eu não tinha tempo, eu não tive chance.
Prisioneiro de verdade
Como quem só olha adiante...


Vamos sempre em frente
Com um pouco de cuidado
Acelerando o carro, olhando para os lados.
deixamos as ruas,
Caímos na estrada,
nos amamos na lua
Vamos sempre em frente
Porque daqui á pouco é passado
Mesmo que no fim de tudo errado
Vamos viver...



João.

terça-feira, 9 de março de 2010

Da natureza do Jardim.





Vou ter pedir desculpas
Quando afagar teu peito
Longe, você se culpa.
Noites e gritos no meu travesseiro.

Me diz por que essa angústia?
Me diz por que tanta mudança?
São noites de adultos,
Me sinto frágil como criança...

Adultos sempre mentem,
Te vejo tão longe , te vejo diferente,
Jamais sonhei em ter você assim...
Gente que não sente,
Pisam nas flores do jardim...

Está tudo morto por hora
Corações e espíritos,
devem estar adormecidos.
Está tudo morno agora.
Já há rosas sem espinho.
Água do céu em pingos
Molham bromélias e amor-perfeito

Aqui a vida é um milagre
Que desatina com desejos...



João

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Manhãs Vermelhas.







De todo o meu tempo.
Sempre a última vez.
Vidas estranhas...
Contas do mês...


Eu amo o mundo
É só isso que ele quer de mim
Minha solidão é natural
Como manhãs vermelhas
Como as maçãs vermelhas
Do meu rosto quando quente...

E eu sei que ainda sinto
O que já não sentes...

Mas não sou sujeito ao tempo
Eu vou viver nos anos que quiser
Te amar quando puder
E você me viverá de verdade
Em cada manhã vermelha.

João.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Novos sonhos.





















Respiro o orvalho da manhã.
Vejo novamente o vento balançar as árvores.
Que suaves bailarinas dançam como minhas mãos no corpo teu.
Mesmo que em todas manhãs existam pessoas dizendo adeus.

Coloco meus óculos.
As pessoas vão e vem.
Os carros passam.
Atrás de caminhos até as nuvens.

Trago versos p´ra ti entre os dentes.
Já se derramou tanto suor e sangue.
Cartas que escrevestes amorosamente.
E estamos juntos mesmo distantes.
E este mundo que se ergue adiante.
É só um passo p´ra gente.
O caminho esta dentro de nós.
Sempre esteve.

Sou a sombra de um homem que ama.
Sou um homem que crendo não move montanhas.
Acredite no que quiser!
Eu te quero tanto.
E a cada cigarro e café,
teço algum pensamento envolvendo-te.

Misturo-te com o que já vivi.
Quando vais já não sei.
Falta parte de mim.
Mas quando está aqui, tão presente assim,
preenche a história antes sem fim,
enche o copo até a borda.
Dentro do quarto tranca-se a porta.
Dentro do carro tranca-se a porta.
Dentro do peito tranca-se a porta.
Portas abrem-se para que os dias amanheçam.
Não há cadeado que nossas chaves não conheçam.



João.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Cidade velha.










Palavras flutuam sobre mim.
Homens mentem pelas ruas.


Mais uma semana,
com dias dia de chuva,
em minha cabeça,
uma dor me insulta,
as palavras ficam mudas.
Você saberia me calar?

Ah ! Eu sei,
é preciso se bastar.
Mas quero alguém p´ra conversar,
alguém que goste do silêncio,
e de ouvir a música do vento,
tentei mas não aceito,
ver o dia não acontecer.

Aí vem você ,
aparece sem avisar,
surgindo p´ra me lembrar,
me dizendo que é prazer,
amanhecer e entardecer.

As enzimas químicas,
que fazem minhas lágrimas,
não me provam nada,
mas um dia o dia acaba.

Não correrei mais riscos,
E meu coração de vidro,
não pode se quebrar.
Tudo o que eu sinto.
Tudo o que omito.
É pra preservar.
Lá vem vindo o tempo passar.

Ergue-se a minha frente um muro acinzentado.
Torturado pelos anos da cidade,
escondendo insanidades
do meu tempo passado.
Eu não quero expor assim quem eu sou,
não que esconda dor, mas deixe que eu viva,
livre e sem o horror de tudo isso.


João.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Elogio da loucura.











Amar você é como morrer no céu.
É como sorrir chorando.
E acordado estar sonhando.
Sofres só por ledo engano.
E acordo morrendo.




Essa doença quer viver.
Eu quero morrer.
Mas não quero ter
lágrimas no olhar,
eu não quer ser um “sentidor”.

É como não querer te amar,
mas sequer pensar
em viver sem você.

E eu queria voar,
queria te deixar,
e se um dia quis viver,
foi p´ra poder morrer.



João.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Coração.






É muito tarde para querer voltar atrás.
E viver uma vida que não posso viver.
Se você não sonha, não te quero mais,
e as estrelas se apagam sobre você.





Você talvez estivesse certa sobre tudo.
Da origem do princípio e do precipício.
Errante era a vida que vivemos.
E mesmo já sabendo da ilusão.
Sempre estive com os pés no firmamento.
E você e aquela busca pelo verdadeiro.
( Tudo é engano!, Tudo é engano!, Tudo é engano!)

Cinco sentidos que nos enganam.
O que fizemos de nossas vidas?
Qualquer lamento é tempo perdido.
É sempre estranho lutar contra o medo,
Nosso inimigo íntimo, invisível, irreversível(...).
Mais estranho foi como reagimos.

Longe de você meu coração adoece,
reclamo pelos cantos , canto minhas preces.
Quem sabe um dia minha preces virem mãos
E estas toquem seu coração, te levem vida
E mesmo com a morte das paixões que viva a poesia.

Eu só queria ver no brilho dos teus olhos
O que você podia ver nos meus
Aqueles dias foram teus.
Enquanto salvo em tuas mãos,
Anestesiava meu coração.

Hoje tens o que sempre quis,
Hoje pensa que é feliz.
Amanhã não se sabe, a parte que te cabe.
O comodismo e a tempestade,
te trarão a dor de sua infância, com ironia,
de um coração acostumado a esperar por “um dia”.


João

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Tanto.


Tenho um milhão de coisas p´ra pensar.
E tantas outras por dizer:
Não tento ser vítima o tempo todo.


Eu quis brincar com a vida,
mas não pensei em você chorar com a morte.

Não vou me ajoelhar...
...tento ser forte.

Tentei não chorar quando sangravam os cortes
E enquanto estavas longe eu caminhava p´ro que traz a morte.

E eu sempre dizia quando tinha certeza que você não saberia,
ou quando tinha certeza de que não estava escutando:

sussurrando em teu ouvido:

Te amo.

Te amo, só não queria estar ali.


João.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Colcha de Retalhos (Tolice é acreditar na “realidade”)



Não faz tanto tempo,
e já não somos os mesmos.
E deixamos p´ra amanhã
Mais mentiras do dia-a-dia, dentro de nós há um divã.

No amanhecer,
nessa neblina brilhante.


Seus olhos são diamantes que minha estória vai tecer.

Sinto sobre os ombros esse orvalho,
que para um homem nada prático
observa perplexo o acontecer.

Me aqueço sob a colcha de retalhos,
que para um homem tão cismado,
é estranho de ternura se aquecer.

A poesia, ainda que tardia,
Agora desprezada vai voltar
P´ra te enlouquecer.

O olhar colorido sob as ondas do “achismo”.
Que não fazem nada por fazer.

O nada tenta arrombar a minha porta,
já disse não á vida porca, e, em poesia vou me entorpecer.
Eu não quero ser você.

Preferir a vida simples,
nem sempre te faz mais humilde,
mas antes de tudo te condena a perder.

E você segue desprezando a esperança
De um dia a voltar a ser criança,
e a vida escolhida á condena á morrer.

Juntos temos a inocência,
combateremos a demência de um mundo,
sem coerência que é surdo e mudo,
ás coisas do coração.
E se tudo for em vão,
será tão bom, o melhor é se entregar a ilusão.


João.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Canto dos Amores Urbanos.





Enquanto sentia dor,
e o cheiro da fumaça.
Teu sorriso pôde transpor,
tudo o que sente,
tudo que transcende o interior.


Poesia ao chão.
Na cidade velha lágrimas correm distantes.
Onde nasce só nascente de dor.
Só há amor onde há conflitos constantes.

Tudo o que não foi e já não pode ser.
E o óbvio era tão fácil dizer.
Vulgarizamos “nós dois.”
Vulgarizamos o amor.
Vulgarizamos nosso teatro amador.
Nesses “dia-a-dia”.
do passado não sou mais que um “sentidor”.
E fingidor de dores tão reais (...)

E você?
Já não tem dores p´ra resolver?
Se não ama e prefere a vida entediada.
Ah! Minha amiga amante amada.
Estereótipo do passado, maquiada, fantasiada,
Camuflada de gente na multidão na imensidão do nada.

Vida breve, sem cartas na manga,
O destino vem e você se manda,
Mas no labirinto lá está ele: o destino.
Vida breve, e no cheiro da fumaça,
Mostras o que sente,
Tentarás fingir que não mente, ou que não entende
Que algumas coisas são p´ra sempre.



João.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Como Sempre.


Não vou conseguir...
Crianças brincam ao lado da dor.
Um copo d´água.
Um dia de calor.

Lençóis que guardam teu cheiro,
marcados por cigarros carregados por tuas lembranças.



E convertidos à cinzas, como você acreditando que ama,
ateando fogo á minha cama,
me fazendo arder.

Que me faz perder o senso.
Eu vivo em amor intenso,
sem intenção de entender(...)

Não vou conseguir...
Deixei de ser criança
quado chovia e meu coração batia forte.

Como sempre...

João

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

"O que me importaria viver durante seis bilhões de anos ?
-Sempre parecerá que foi ontem..."

João.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

FOGO


Do nada você surgiu.
Num instante você estava frente a frente comigo.
Foi quando você sorriu.
Fiquei extasiado.
Eu era o próprio fogo pra acender teu cigarro
e o teu próprio fogo.

Entre alguns olhares
atravessei a todos p´ra te ver.
P´ra poder te dizer e te mostrar
A força da atração que senti por você.

Tentei seguir teus passos,
guardei teu rosto e teus restos em meu pensamento.
Mas me perdi no tempo e no espaço,
agora espero a solução do tempo.

Quem decide o destino certo p´ras coisas incertas?
E quando o mundo está ausente?
Apenas sinto e acredito no que vejo?

E não pude mais te ver.
Hoje não quis ficar preso
ao que sempre me liberta.


João.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Coisas estranhas são fascinantes?


Bem, esta primeira postagem, não haveria de ser diferente, começa com uma pergunta: Saber o que é muito mais importante do que saber as respostas, a capacidade filosófica de cada ser-humano está justamente aí: viver sob uma massa de seis sextilhões, 586 quintilhões, 242 quatrilhões e 500 trilhões de toneladas, perdida no meio do nada e que teima em girar em torno do sol a cada ano, é realmente assustador , semana passada "encontrei" uma "nova velha amiga de infância", é que temos nosso vinte e poucos anos e quase vinte de amizade, que me colocou para pensar sobre estas coisas, não sei , acho que sei o segredo do universo, mas ainda não será agora a data de sua publicação, esta semana meus pensamentos vagaram entre a vaga verdade do universo e a vaga pequenice do meu "coração", como pode algo que em matéria pesa cerca de 300 gramas, possa ter, na história da humanidade, sido responsabilizado por toda a felicidade e todas as tragédias humanas?

Ah! Essas cabeças de cérebros leves!
Como um órgão de menos de 1 quilo e meio pode ser maior do que toda a massa do planeta terra?
Vamos em frente poetas, poetisas, filósofos, plebeus e reis, fariseus e gays índios, amarelos
brancos, negros, moicanos, pardos, mulatos, mestiços, malucos , mendigos, palhaços, guerreiros de todas as tribos aqui é a esquina do mundo o mundo é de todos nós , poetizarmos nossa existência libertar-ia-nos da miséria humana, experimento essa ferramenta de comunicação na terça feira mais perfeita do ano, triste e bonita , como sempre devem ser as coisas perfeitas.